Avaliação da concentração de cobre, prata e bário em amostras de dispositivos intrauterinos comercializados no Brasil
Vigil Sanit Debate, Rio de Janeiro, 2026, v.14: e02519| Publicado em: 15/06/2026
DOI:
https://doi.org/10.22239/2317-269X.02519Palavras-chave:
DIU, Sistema Único de Saúde, Estudo de Validação, EspectrometriaResumo
Introdução: Diversos tipos de dispositivos intrauterinos (DIU) estão disponíveis no mercado nacional, mas o disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é o contendo cobre (Cu). Devido à necessidade de controlar a qualidade do dispositivo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou a RDC nº 552/2021 que determina que a pureza do Cu deve ser maior ou igual a 99,9% e a concentração de sulfato de bário deve ser entre 15% e 25%. O teor mínimo permitido de prata (Ag) em DIU comercializados no Brasil não é definido. Objetivos: Avaliar a qualidade dos dispositivos médicos (DM) que solicitaram registro para serem disponibilizados pelo SUS quanto à concentração de Cu, Ag e bário (Ba). Método: Para a determinação de Cu e Ag foram selecionadas nove amostras de três marcas distintas. Já para o ensaio de determinação de Ba foram analisadas sete amostras de três marcas diferentes. Resultados: Os resultados indicam a importância do monitoramento dos DM, uma vez que obtivemos resultados satisfatórios e insatisfatórios. Conclusões: Com o presente trabalho, reforça-se a importância da elaboração de uma legislação sanitária que determine parâmetros de qualidade para o DIU que contenha Cu e Ag em sua composição.
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Os autores não disponibilizaram os dados de pesquisa, por se tratarem de amostras analisadas no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde.
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