https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/issue/feed Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia 2022-05-31T00:00:00-03:00 Gisele Neves / Simone Teixeira visaemdebate@incqs.fiocruz.br Open Journal Systems <p align="right">e-ISSN: 2317-269x</p> <p align="justify">A revista <strong>Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência &amp; Tecnologia (</strong><strong><em>Health Surveillance under Debate: Society, Science &amp; Technology</em>) – Visa em Debate</strong> é uma publicação trimestral exclusivamente online editada pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz, e atualmente conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).</p> <p align="justify">Sua missão é publicar textos originais que contribuam para o estudo e o desenvolvimento da Vigilância Sanitária e disciplinas afins, com o objetivo de disseminar conhecimentos aplicáveis ao campo da promoção da saúde, da prevenção de doenças e outros agravos à saúde, bem como da estruturação, organização e funcionamento do sistema único de saúde no âmbito da regulação do risco sanitário.</p> <p align="justify">O INCQS é uma unidade técnica e científica da Fiocruz e um dos componentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, constituindo-se assim como um indispensável elemento para o Sistema Único de Saúde (SUS).</p> <p>A abreviação da revista para a legenda é <strong>Vigil. sanit. debate</strong> (norma ABNT).</p> <p> Atualmente, a revista <strong>Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência &amp; Tecnologia (<em>Health Surveillance under Debate: Society, Science &amp; Technology</em>) – Visa em Debate </strong>está indexada nas seguintes bases:</p> <table width="388"> <tbody> <tr> <td width="380"> <p align="center">Base de Dados</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="402"> <tbody> <tr> <td width="183"> <p>Indexador</p> </td> <td width="207"> <p align="right">Abrangência</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="403"> <tbody> <tr> <td width="260" height="24"> <p><strong>ARCA/FIOCRUZ</strong> – <a href="https://www.arca.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener">www.arca.fiocruz.br</a></p> </td> <td width="161"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table style="height: 5px;" width="403"> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> </td> <td width="108"> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> <p><strong>CROSSREF</strong> – <a href="https://search.crossref.org/?q=2317-269X">search.crossref.org</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> <p><strong>DIADORIM/IBICT</strong> –<a href="http://diadorim.ibict.br/handle/1/620/" target="_blank" rel="noopener"> diadorim.ibict.br</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="402"> <tbody> <tr> <td width="281" height="24"> <p><strong>DOAJ</strong> – <a href="http://www.doaj.org" target="_blank" rel="noopener">www.doaj.org</a></p> </td> <td width="109"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> <p><strong>E-REVIST@S</strong> – <a href="http://www.erevistas.csic.es/" target="_blank" rel="noopener">www.erevistas.csic.es</a></p> </td> <td width="109"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> <p><strong>GOOGLE ACADÊMICO</strong> –<a href="https://scholar.google.com.br/" target="_blank" rel="noopener"> scholar.google.com.br</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="401" height="22"> <p><strong>LATINDEX</strong> – <a href="http://www.latindex.unam.mx/" target="_blank" rel="noopener">www.latindex.unam.mx</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="401" height="22"> <p><strong>LILACS</strong> – <a href="http://lilacs.bvsalud.org/" target="_blank" rel="noopener">lilacs.bvsalud.org</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="403"> <tbody> <tr> <td width="260" height="24"> <p><strong>OASIS/IBICT</strong> – <a href="http://oasisbr.ibict.br//" target="_blank" rel="noopener">oasisbr.ibict.br</a></p> </td> <td width="260"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="403"> <tbody> <tr> <td width="401" height="24"> <p><strong>PORTAL DE PERIÓDICOS/FIOCRUZ</strong> – <a href="http://periodicos.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener">periodicos.fiocruz.br</a></p> </td> <td width="260"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="403"> <tbody> <tr> <td width="260" height="24"> <p><strong>PORTAL DE PERIÓDICOS CAPES</strong> – <a href="http://www.periodicos.capes.gov.br" target="_blank" rel="noopener">periodicos.capes.gov.br</a></p> </td> <td width="161"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="225" height="26"> <p><strong>SUMÁRIOS</strong> – <a href="http://www.sumarios.org/" target="_blank" rel="noopener">www.sumarios.org</a></p> </td> <td width="260"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="401" height="26"> <p><strong>WEB OF SCIENCE - Emerging Sources Citation Index</strong><br /><a href="http://mjl.clarivate.com/" target="_blank" rel="noopener">mjl.clarivate.com</a></p> </td> <td width="260"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p><strong>Aguardamos a submissão do seu trabalho!</strong></p> <ul type="disc"> <li class="show"><a href="https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/user/register" target="_blank" rel="noopener">Cadastre-se! </a></li> </ul> <p> </p> https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1966 Riscos associados à presença do SARS-CoV-2 em esgotos e possíveis abordagens para limitar sua propagação através de matrizes aquáticas 2021-12-06T12:06:02-03:00 Pedro Henrique Mainardi pedro.h.mainardi@unesp.br Ederio Dino Bidoia ederio.bidoia@unesp.br <p><strong>Introdução</strong>: O SARS-CoV-2 é um novo tipo de coronavírus capaz de infectar humanos e causar a <em>Coronavirus Disease</em> (COVID-19), enfermidade que tem causado enormes impactos no Brasil e no mundo. A doença, devido às suas altas taxas de disseminação e letalidade, foi declarada pandêmica pela Organização Mundial da Saúde no primeiro semestre de 2020. Vários estudos têm frequentemente indicado a detecção de fragmentos de RNA do SARS-CoV-2 em amostras de redes de esgoto, estações de tratamento e águas naturais. A presença do SARS-CoV-2 nesses ambientes tem levantado a possibilidade de transmissão pelo contato com águas contaminadas e aerossóis gerados durante seus fluxos ou tratamentos. <strong>Objetivo</strong>: Descrever relatos de detecção do novo coronavírus em amostras obtidas em redes de esgotos, em lodos residuais de plantas de tratamento e em corpos d’água naturais, e apresentar a viabilidade desse vírus quando inoculado artificialmente nesses ambientes. <strong>Método</strong>: Revisão integrativa de literatura fundamentada em artigos científicos escritos em inglês ou português, indexados nas bases de dados do <em>Web of Science</em>, <em>Scopus</em>, <em>PubMed</em>, <em>ScienceDirect</em>, <em>Google Scholar</em> e <em>MedRxiv</em>. <strong>Resultados</strong>: Foi possível destacar os riscos que o SARS-CoV-2 proporciona às populações de humanos e de animais selvagens quando presente nas águas residuais, estratégias cabíveis de serem utilizadas para limitar a propagação desse patógeno nas matrizes aquáticas, e a importância da implementação de sistemas de monitoramento epidemiológico nesses locais. <strong>Conclusões</strong>: A fim de reduzir os riscos de surtos emergentes e reemergentes da COVID-19 por meio de matrizes aquosas, abordagens preventivas em relação à presença do SARS-CoV-2 nesses ambientes têm sido fortemente recomendadas.</p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1922 Caracterização e representatividade dos desvios da qualidade de medicamentos no âmbito da farmacovigilância: uma revisão narrativa 2021-11-23T10:55:36-03:00 Jaqueline Kalleian Eserian jaqueline.eserian@ial.sp.gov.br <p><strong>Introdução</strong>: Os desvios da qualidade de medicamentos (DQM) apresentam grande relevância no âmbito da farmacovigilância, devendo ser investigados e monitorados, uma vez que podem levar a uma grande variedade de desfechos clínicos. <strong>Objetivo</strong>: Discutir sobre a caracterização dos DQM no âmbito da farmacovigilância por meio de uma revisão narrativa da literatura. <strong>Método</strong>: Foi realizada uma busca abrangente em bases de dados utilizando-se os descritores: “farmacovigilância”, “queixas técnicas (QT)”, “DQM” e “sistemas de notificação”, incluindo estudos relacionados diretamente ao tema proposto, realizados no Brasil e publicados no período de 2005 a 2020. <strong>Resultados</strong>: Os DQM podem estar relacionados a alterações no próprio medicamento, ao conteúdo e integridade da embalagem e à rotulagem. Dos 18 estudos selecionados (14 artigos, dois capítulos de livro e duas dissertações) contendo notificações de DQM na forma de QT de medicamentos, dois avaliaram exclusivamente notificações de QT de medicamentos (100,0%), enquanto o restante apontou que estas representavam de 0,6% a 70,0% do total de notificações realizadas em estabelecimentos de saúde do país. Os principais DQM evidenciados foram alterações no aspecto do produto, ausência/redução na quantidade do medicamento e problemas nas embalagens. <strong>Conclusões</strong>: Considera-se que as notificações envolvendo DQM representem um excelente indicador de qualidade dos medicamentos disponíveis no mercado, vindo a contribuir na qualificação de fornecedores e distribuição de produtos conformes à população.</p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1992 Situação sanitária dos medicamentos na atenção primária no Sistema Único de Saúde nas capitais do Brasil 2022-03-15T13:55:30-03:00 Marcelo Tavares Pereira marcelo.tavares@ufba.br Ediná Alves Costa edina@ufba.br <p><strong>Introdução</strong>: As farmácias, no âmbito do SUS, devem cumprir as normas sanitárias, bem como seguir as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde, a fim de garantir o acesso a medicamentos seguros, efetivos e de qualidade. <strong>Objetivo</strong>: Caracterizar a situação sanitária dos medicamentos na atenção primária no SUS, nas capitais do Brasil, segundo as regiões, no tocante a: requisitos técnico-sanitários, condições de armazenamento, itens de segurança contra incêndio e pane elétrica, condições ambientais, sistema de controle de estoque, fracionamento, gerenciamento de resíduos, regulação da publicidade/promoção de medicamentos, ações relacionadas à farmacovigilância e ao transporte. <strong>Método</strong>: Estudo transversal, exploratório, abarcando 455 farmácias de serviços de atenção primária das capitais do Brasil que constituem uma subamostra da Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM). Utilizou-se um roteiro de observação e entrevistas com os responsáveis pela assistência farmacêutica (n = 24) e responsáveis pela entrega de medicamentos dos serviços (n = 108). <strong>Resultados</strong>: Constatou-se o descumprimento de requisitos técnicos e sanitários que podem interferir na manutenção da sua estabilidade, qualidade, eficácia e segurança, indicando problemas de gestão, infraestrutura e qualidade dos serviços farmacêuticos, além de possível incremento de custos para o sistema devido a perdas. Condições sanitárias mais deficitárias foram encontradas nas capitais do Norte e Nordeste e mais favoráveis nas demais. <strong>Conclusões</strong>: As farmácias enfrentam problemas de gestão, infraestrutura, organização e qualidade dos serviços farmacêuticos que podem comprometer a qualidade dos medicamentos oferecidos e incrementar custos para o sistema. O aprimoramento da gestão, os investimentos em infraestrutura e na qualificação dos recursos humanos e o aprimoramento da fiscalização da Vigilância Sanitária se fazem urgentes para que as políticas de medicamentos e de assistência farmacêutica sejam efetivas.</p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1960 Análise do gerenciamento de tecnologias em equipamentos médico-assistenciais em unidades de terapia intensiva: desafios para o enfrentamento da COVID-19 2022-03-29T14:25:55-03:00 Frederico Inácio e Silva fredericoinacio@gmail.com Paula Cicília Faquim Rodrigues pcicilia@hotmail.com Ricardo Antônio Gonçalves Teixeira professorricardoteixeira@ufg.br Ellen Synthia Fernandes de Oliveira ellen@ufg.br <p><strong>Introdução</strong>: A pandemia causada pelo coronavírus SARS-CoV-2 trouxe uma pressão descomunal sobre os sistemas de saúde, especialmente sobre a disponibilidade de leitos, equipamentos e recursos humanos das unidades de terapia intensiva (UTI), que mesmo antes desse cenário já apresentavam dificuldades, em especial na gestão de equipamentos. Embora se tenha passado mais de 10 anos do início da obrigatoriedade da gestão de tecnologias em serviços de saúde, a sua implementação na prática ainda é um desafio e um problema de saúde pública. <strong>Objetivo</strong>: Verificar a implantação do Plano de Gerenciamento de Tecnologias de equipamentos médico-assistenciais nas UTI de Goiânia, parte integrante da gestão de tecnologias. <strong>Método</strong>: Como base utilizou-se dados secundários coletados em um guia elaborado pela Vigilância Sanitária, aplicado em dois momentos durante as inspeções em UTI. Os dados foram analisados de forma comparativa e os resultados apresentados por meio de frequência absoluta, relativa e de análise estatística. <strong>Resultados</strong>: Os níveis de implantação do Plano de Gerenciamento de Tecnologias encontrados foram de 25,8% e 40,9% na 1ª e 2ª inspeção, respectivamente. <strong>Conclusões</strong>: Investimentos em treinamento e em programa de educação permanente podem levar a uma melhoria na implantação do plano e, consequentemente, a um avanço na qualidade do serviço oferecido ao usuário. Considerando que a Vigilância Sanitária é um importante catalisador dessa mudança, este estudo traz dados importantes para os gestores priorizarem ações e formularem políticas públicas na Saúde Coletiva que servirão para melhorar a segurança dos pacientes e, por consequência, ajudar no enfrentamento da COVID-19.</p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1938 One year of COVID-19 pandemic: Epidemiological characteristics of COVID-19 in the city of Uberaba, Minas Gerais, Brazil 2022-03-15T15:22:10-03:00 Michelli Maldonado michelli.oliveira@uftm.edu.br Ronaldo Junio de Oliveira ronaldo.oliveira@uftm.edu.br Mariangela Torreglosa Ruiz Cintra mariangela.cintra@uftm.edu.br <p><strong>TÍTULO PT: Um ano da pandemia de COVID-19: características epidemiológicas da COVID-19 na cidade de Uberaba, Minas Gerais, Brasil</strong></p> <p><strong>Introdução</strong>: A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) é inédita na história humana registrada. Espalhou-se de Wuhan, na China, no início de dezembro de 2019, cruzando todo o planeta e chegando à costa brasileira no mês de fevereiro seguinte. Foi declarada pandemia em 11 de março de 2020, com o primeiro caso registrado na cidade de Uberaba, estado de Minas Gerais, Brasil, em 18 de março de 2020. Desde então, estamos coletando dados e avaliando a evolução dessa fatalidade doença. <strong>Objetivo</strong>: Neste trabalho, relatamos as características epidemiológicas de um ano da COVID-19 em Uberaba e discutimos suas implicações para o público em geral. <strong>Método</strong>: Trata-se de um estudo observacional, descritivo, documental e retrospectivo para descrever o perfil epidemiológico dos casos de COVID-19 na cidade de Uberaba no período de 18 de março de 2020 até 17 de março de 2021. <strong>Resultados</strong>: O estudo mostra que a população jovem em idade ativa é a que mais espalha o vírus, no entanto, os idosos são os que mais sofrem e morrem, com pequenas diferenças em relação ao sexo. Isso está de acordo com os perfis epidemiológicos nacionais e internacionais relatados que mostram uma tendência de mudança das gerações mais jovens a serem cada vez mais ativas na evolução da pandemia. Observamos dois grandes picos nas duas séries temporais epidemiológicas, casos confirmados e óbitos, com média de idade de 41 anos para os casos confirmados e 68 para os óbitos confirmados. Também foi relatado que a taxa de letalidade foi de 2,45%, e 80,00% das mortes confirmadas sofriam de alguma condição de saúde anterior. <strong>Conclusões</strong>: Nesse sentido, uma vigilância epidemiológica permanente deve ocorrer para orientar as contramedidas de saúde pública. As características epidemiológicas da COVID-19 em Uberaba e análises relacionadas são relatadas no observatório online em https://coviduberaba.github.io.</p> <p> </p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1991 Condições higiênicossanitárias de unidades de alimentação e nutrição de escolas participantes do Programa Nacional de Alimentação Escolar: qual a realidade em Goiás? 2022-03-21T16:12:45-03:00 Giovanna Angela Leonel Oliveira giovannaangela@gmail.com Thais de Paula Marques thaisdipaula@gmail.com Tainá Amélia Santana Marchewicz marchewicz.taina@gmail.com Liana Jayme Borges lianajb@hotmail.com Karine Anusca Martins karine_anusca@ufg.br Thaísa Anders Carvalho Souza thaisanut@yahoo.com.br Veruska Prado Alexandre-Weiss veruska.prado@gmail.com <p><strong>Introdução</strong>: Para a oferta de refeições seguras aos estudantes, preconizado pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar, se faz necessária uma condição higiênicossanitária adequada da Unidade de Alimentação e Nutrição. <strong>Objetivo</strong>: Avaliar as condições higiênicossanitárias das Unidades de Alimentação e Nutrição de escolas participantes do Programa Nacional de Alimentação Escolar em municípios goianos, bem como verificar possíveis associações com: índices municipais, características da escola e supervisão de nutricionista. <strong>Método</strong>: Estudo transversal, realizado entre 2017 e 2019, com amostra de 395 escolas, de 103 municípios de Goiás. As condições higiênicossanitárias foram verificadas por nutricionistas, por meio de um <em>checklist</em> baseado na RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e nos índices municipais de desenvolvimento humano e da educação básica em base de dados públicas. As características da escola e o recebimento de supervisão foram perguntados aos diretores escolares. Realizou-se uma análise descritiva dos itens do checklist e testes de hipóteses e correlação. <strong>Resultados</strong>: A maioria das unidades (69,4%) foi classificada como de risco sanitário regular, de acordo com o <em>checklist</em>. Obteve-se diferenças significativas entre: as escolas municipais e estaduais (p = 0,02); a mesorregião Norte das outras (p = 0,00) e o baixo Índice de Desenvolvimento Humano das demais categorias (p = 0,02). Ademais, o alto Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (5º ano) apresentou uma associação com o muito baixo risco sanitário (p = 0,04). <strong>Conclusões</strong>: Infere-se que há necessidade de medidas corretivas. Sugere-se a implementação de manuais de boas práticas; a formação de manipuladores; a supervisão contínua do nutricionista e do Conselho de Alimentação Escolar; e o investimento da gestão com vistas à Segurança Alimentar e Nutricional dos escolares. </p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/2009 Análise tricológica de pelos-guarda de Mus musculus, Rattus rattus e Rattus norvegicus (Rodentia: Muridae) aplicada à pesquisa e à identificação em alimentos 2022-03-29T14:00:24-03:00 Cinthia Iara Aquino cinthia.aquino@ial.sp.gov.br Juliana Quadros quadros.juliana@hotmail.com <p><strong>Introdução</strong>: Roedores estão entre as mais importantes pragas do mundo e, quando estes indivíduos ou seus pelos são encontrados nos alimentos, são considerados matérias estranhas indicativas de risco à saúde. Por outro lado, a presença de pelos humanos e dos demais mamíferos é considerada indicativa de falhas das boas práticas. Sendo assim, a caracterização dos pelos dos roedores sinantrópicos e a diferenciação dos pelos das demais espécies de mamíferos mostram-se relevantes e necessárias. <strong>Objetivo</strong>: Caracterizar os padrões microestruturais dos pelos-guarda das três principais espécies de roedores que infestam ambientes de armazenamento de alimentos e apresentar uma proposta de protocolo para análise tricológica de pelos isolados. <strong>Método</strong>: Amostras de pelos de roedores das espécies <em>Mus musculus</em>, <em>Rattus rattus</em> e <em>Rattus norvegicus</em> foram coletadas de espécimes colecionados e pelos-guarda íntegros foram selecionados para a preparação de lâminas para observação da microestrutura. No total, 20 pelos-guarda foram analisados para caracterização dos padrões medulares e 91 impressões cuticulares de pelos-guarda foram examinadas para caracterização de padrões cuticulares. <strong>Resultados</strong>: Observou-se que <em>M. musculus</em> apresentou medula alveolar e cutícula losângica com variações na forma e tamanho das escamas. <em>R. rattus</em> e <em>R. norvegicus</em> apresentaram medula reticulada e cutícula losângica, também com variações. Um protocolo com fluxograma de identificação foi apresentado para a análise dos pelos estudados. <strong>Conclusões</strong>: Os pelos das espécies de roedores sinantrópicos estudados podem ser diferenciados das demais espécies de mamíferos de interesse sanitário pela presença dos padrões medulares alveolar e reticulado no escudo de pelos-guarda. Para as espécies estudadas, somente o padrão medular do escudo dos pelos-guarda confere caráter diagnóstico.</p> <p> </p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1977 Perfil e desafios da produção e da comercialização de alimentos orgânicos processados no estado do Rio de Janeiro 2022-02-16T15:32:47-03:00 Tayrine Martins de Souza do Valle tayriinem@gmail.com Bruna Carraco de Azeredo Peres brunaperes@outlook.com Marianna Miranda Rodrigues Vidal maryanvidal1993@gmail.com Maria Fernanda de Albuquerque Costa Fonseca mfacfonseca.pesagro@gmail.com Aline Gomes de Mello de Oliveira alinemello@nutricao.ufrj.br Thadia Turon Costa da Silva thadiaturon@nutricao.ufrj.br Ellen Mayra Menezes Ayres ellen.menezes@unirio.br <p><strong>Introdução</strong>: O processamento de alimentos orgânicos por pequenos produtores contribui para um sistema alimentar economicamente, socialmente e ambientalmente sustentável. É importante conhecer o perfil e as potenciais dificuldades dos processadores de alimentos orgânicos, organizados sob a modalidade do Sistema Participativo de Garantia da qualidade orgânica, devido ao seu crescimento e relevância social, para direcionamento de ações e políticas públicas com consequente fortalecimento da agricultura de bases agroecológica.<strong> Objetivo</strong>: Descrever o perfil dos processadores de alimentos orgânicos do estado do Rio de Janeiro e identificar os principais desafios nas redes de produção e comercialização. <strong>Método</strong>: Estudo exploratório e descritivo com delineamento transversal realizado por pesquisa documental aos planos de manejos, manual de boas práticas, atas do Sistema Participativo de Garantia, certificados emitidos pela Associação de Agricultores Biológicos do Estado do Rio de Janeiro, assim como outros documentos de atualização de Organismos Participativos de Avaliação da Conformidade Orgânica em relação aos produtores credenciados. <strong>Resultados</strong>: Observou-se que 60% dos processadores orgânicos no estado do Rio de Janeiro são vinculados ao Sistema Participativo de Garantia da qualidade orgânica. A unidade de processamento mais utilizada é a anexa ao domicílio. A maioria são agricultores ou microempreendedores familiares que recebem ajuda da família no processo produtivo e a atividade mais desenvolvida é a fabricação de conservas, geleias, molhos e doces. Menos de 70% possuíam alvará de funcionamento e licença sanitária, 97% tinham plano de manejo orgânico; 79% possuíam manual de boas práticas e 78%, plano de rastreabilidade. Das principais dificuldades, destacam-se: aquisição de matéria-prima, adequação às normas sanitárias e logística de distribuição. <strong>Conclusões</strong>: O estudo desvelou a potencialidade do processamento de produtos orgânicos para o desenvolvimento socioeconômico regional e a necessidade de mais incentivos para viabilizar a inclusão produtiva de pequenos empreendimentos.</p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/2007 Leishmaniose visceral: uma proposta para a mensuração da percepção dos profissionais de saúde em Uruguaiana (Rio Grande do Sul) 2022-02-18T14:57:12-03:00 Laura Ilarraz Massia lauramassia@yahoo.com.br Rita Daniela Quevedo Lamadril ritalamadril@hotmail.com Danton Goulart Bittencourt dantongbittencourt@gmail.com Gisele Dias Marques ambientalgisele@gmail.com Eliana Leonor Hurtado Celis eliana.hurtado@uniremington.edu.co Jarbas da Silva Ziani jarbasziani230@gmail.com Jenifer Harter jeniferharter@unipampa.edu.br Wagner de Souza Tassinari wtassinari@gmail.com Débora da Cruz Payão Pellegrini deborapellegrini@unipampa.edu.br <p><strong>Introdução</strong>: A leishmaniose visceral (LV) é considerada uma das zoonoses mais relevantes das Américas devido à acentuada magnitude, à ampla distribuição geográfica e à alta taxa de letalidade. <strong>Objetivo</strong>: Avaliar a percepção dos profissionais de saúde quanto à ocorrência da LV em Uruguaiana (Rio Grande do Sul). <strong>Método</strong>: Estudo observacional transversal empregando um questionário autoaplicável durante o período de dezembro de 2016 a janeiro de 2017. <strong>Resultados</strong>: Participaram 183 profissionais de saúde, sendo 136 integrantes da Estratégia Saúde da Família, 20 agentes de controle de endemias e 27 veterinários. Identificaram-se deficiências de percepção dos profissionais de saúde a respeito da epidemiologia e da sintomatologia da doença. <strong>Conclusões</strong>: Fragilidades na percepção dos profissionais de saúde quanto à epidemiologia e à sintomatologia da LV ficaram evidenciadas, o que poderá impactar na detecção precoce de casos da doença e, consequentemente, na execução das ações preconizadas para o controle e prevenção da<br />doença. É necessário investir em estratégias de capacitação sobre a LV, visando corrigir lacunas no conhecimento e fomentar discussões que englobem a complexidade do tema.</p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/2015 Ocorrência de bromato em águas destinadas ao consumo humano 2022-04-13T09:41:45-03:00 Sergio Dovidauskas sergio.dovidauskas@ial.sp.gov.br Isaura Akemi Okada isaura.okada@ial.sp.gov.br Felipe Rodrigues dos Santos felipe.umbro10@gmail.com Marina Miyuki Okada marina.okada@ial.sp.gov.br Rita de Cássia Briganti rita.briganti@ial.sp.gov.br Marco Antonio Moreira Souto marcosouto90@gmail.com <p><strong>Introdução</strong>: Bromato é mutagênico e um provável carcinogênico em seres humanos. Normalmente não ocorre em águas para consumo humano, mas a contaminação pode ocorrer por águas residuárias industriais e pela desinfecção por ozonização (se brometo estiver presente) ou pelo uso de solução de hipoclorito de qualidade insatisfatória. <strong>Objetivo</strong>:<br />Descrever as concentrações de bromato nas águas de abastecimento de 89 municípios do estado de São Paulo (Brasil), os perfis físico-químicos das águas nas quais o contaminante ocorre e uma ação conjunta entre Laboratório de Saúde Pública, Grupo de Vigilância Sanitária e de duas Vigilâncias Sanitárias dos municípios onde foram encontrados níveis<br />importantes de bromato. <strong>Método</strong>: Foram analisadas 4.853 amostras em 21 parâmetros físico-químicos (incluindo concentração de bromato) e dois microbiológicos. Para análise multivariada foram incluídos quatro parâmetros demográficos. <strong>Resultados</strong>: O bromato foi encontrado em 224 amostras (4,6% do total) de 17 municípios. As concentrações variaram entre 3 e 199 μg L-1 e 56 amostras (1,1% do total) apresentaram teores acima do valor máximo permitido. A Análise de Componentes Principais nesses 17 municípios indicou KBrO3 como a forma predominante de contaminação. Os índices de contaminação de dois municípios diminuíram a partir da disponibilização para as Vigilâncias Sanitárias de laudos que incluíram os resultados de bromato. <strong>Conclusões</strong>: Os dados sugerem que o monitoramento das concentrações de bromato deveria ser incluído na rotina do Programa de Vigilância da Água para Consumo Humano do estado de São Paulo. As notificações das Vigilâncias Sanitárias junto aos responsáveis pelo abastecimento de água de dois municípios foram importantes para a melhoria da qualidade da água fornecida à população em relação à contaminação.</p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/2078 Editorial 2022-05-17T13:56:38-03:00 Maria Helena Simões Villas Bôas maria.villas@incqs.fiocruz.br <p><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">Prezados leitores,</span></p> <p><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">A edição de lançamento da revista Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência &amp; </span><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">Tecnologia (Health Surveillance under Debate: Society, Science &amp; Technology) – Visa em</span> <span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">Debate ocorreu em dezembro de 2012. Assim, em 2022, nossa revista completa 10 anos. </span><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">É uma revista jovem, que vem alcançando leitores oriundos não só do Sistema Nacional de</span><br style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial;" /><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">Vigilância Sanitária, como também da academia e da pesquisa. </span></p> <p><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">Para comemorar essa data, que nos orgulha tanto, estão programados alguns eventos </span><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">para o ano de 2022. Será realizada uma Oficina de Redação de Artigos, o lançamento de </span><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">um número temático e a realização de uma mesa redonda em novembro de 2022. Outros </span><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">detalhes referentes à comemoração serão disponibilizados em nosso site no decorrer </span><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">deste ano.</span></p> <p><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">A edição da Visa em Debate de maio de 2022 traz diversos conteúdos pertinentes à vigilância </span><span style="color: #000000; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; font-style: normal; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-thickness: initial; text-decoration-style: initial; text-decoration-color: initial; display: inline !important; float: none;">sanitária em duas revisões e oito artigos originais.</span></p> 2022-05-31T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Vigilancia Sanitaria em Debate