https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/issue/feed Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia 2019-09-04T11:29:08-03:00 Gisele Neves / Simone Teixeira visaemdebate@incqs.fiocruz.br Open Journal Systems <p align="right">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e-ISSN: 2317-269x</p> <p align="justify">A revista <strong>Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência &amp; Tecnologia</strong> (<strong>Visa em Debate</strong>) é uma publicação trimestral exclusivamente online editada pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz, e atualmente conta com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).</p> <p align="justify">Sua missão é publicar textos originais que contribuam para o estudo e o desenvolvimento da Vigilância Sanitária e disciplinas afins, com o objetivo de disseminar conhecimentos aplicáveis ao campo da promoção da saúde, da prevenção de doenças e outros agravos à saúde, bem como da estruturação, organização e funcionamento do sistema único de saúde no âmbito da regulação do risco sanitário.</p> <p align="justify">O INCQS é uma unidade técnica e científica da Fiocruz e um dos componentes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, constituindo-se assim como um indispensável elemento para o Sistema Único de Saúde (SUS).</p> <p>A abreviação da revista para a legenda é <strong>Vigil. sanit. debate</strong> (norma ABNT).</p> <p>&nbsp;</p> <p>Atualmente, a revista <strong>Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência &amp; Tecnologia </strong>está indexada nas seguintes bases:</p> <table width="388"> <tbody> <tr> <td width="380"> <p align="center">Base de Dados</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="402"> <tbody> <tr> <td width="183"> <p>Indexador</p> </td> <td width="207"> <p align="right">Abrangência</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="403"> <tbody> <tr> <td width="260" height="24"> <p><strong>ARCA/FIOCRUZ</strong> – <a href="https://www.arca.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener">www.arca.fiocruz.br</a></p> </td> <td width="161"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> <p><strong>BVS - Biblioteca Virtual de Saúde</strong> <a href="https://scholar.google.com.br/" target="_blank" rel="noopener">scholar.google.com.br</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> <p><strong>CROSSREF</strong> – <a href="https://search.crossref.org/?q=2317-269X">search.crossref.org</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> <p><strong>DIADORIM/IBICT</strong> –<a href="http://diadorim.ibict.br/handle/1/620/" target="_blank" rel="noopener"> diadorim.ibict.br</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="402"> <tbody> <tr> <td width="281" height="24"> <p><strong>DOAJ</strong> – <a href="http://www.doaj.org" target="_blank" rel="noopener">www.doaj.org</a></p> </td> <td width="109"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> <p><strong>E-REVIST@S</strong> – <a href="http://www.erevistas.csic.es/" target="_blank" rel="noopener">www.erevistas.csic.es</a></p> </td> <td width="109"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="281" height="22"> <p><strong>GOOGLE ACADÊMICO</strong> –<a href="https://scholar.google.com.br/" target="_blank" rel="noopener"> scholar.google.com.br</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="401" height="22"> <p><strong>LATINDEX</strong> – <a href="http://www.latindex.unam.mx/" target="_blank" rel="noopener">www.latindex.unam.mx</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="401" height="22"> <p><strong>LILACS</strong> – <a href="http://lilacs.bvsalud.org/" target="_blank" rel="noopener">lilacs.bvsalud.org</a></p> </td> <td width="108"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="403"> <tbody> <tr> <td width="260" height="24"> <p><strong>OASIS/IBICT</strong> – <a href="http://oasisbr.ibict.br//" target="_blank" rel="noopener">oasisbr.ibict.br</a></p> </td> <td width="260"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="403"> <tbody> <tr> <td width="401" height="24"> <p><strong>PORTAL DE PERIÓDICOS/FIOCRUZ</strong> – <a href="http://periodicos.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener">periodicos.fiocruz.br</a></p> </td> <td width="260"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="403"> <tbody> <tr> <td width="260" height="24"> <p><strong>PORTAL DE PERIÓDICOS CAPES</strong> – <a href="http://www.periodicos.capes.gov.br" target="_blank" rel="noopener">periodicos.capes.gov.br</a></p> </td> <td width="161"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="225" height="26"> <p><strong>SUMÁRIOS</strong> – <a href="http://www.sumarios.org/" target="_blank" rel="noopener">www.sumarios.org</a></p> </td> <td width="260"> <p align="right">Nacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <table width="401"> <tbody> <tr> <td width="401" height="26"> <p><strong>WEB OF SCIENCE</strong> – <br><a href="http://mjl.clarivate.com/" target="_blank" rel="noopener">mjl.clarivate.com</a></p> </td> <td width="260"> <p align="right">Internacional</p> </td> </tr> </tbody> </table> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Aguardamos a submissão do seu trabalho!</strong></p> <ul type="disc"> <li class="show"><a href="/index.php/visaemdebate/user/register" target="_blank" rel="noopener">Cadastre-se! </a></li> </ul> <p>&nbsp;</p> https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1397 Convênios institucionais: uma alternativa para descentralizar ações de saúde 2019-09-02T10:17:07-03:00 Michele Feitoza- Silva michele.feitoza@incqs.fiocruz.br <p align="justify">As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), conforme a Lei Orgânica da Saúde, são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal (CF)<sup>1,2</sup>.<br>Os princípios que embasam o SUS podem ser divididos em duas categorias. A primeira inclui a universalidade e a integralidade de acesso a atendimentos e serviços, a preservação, a igualdade, a participação e a informação. Poderia ser denominada como “grupo dos direitos ou da ética”, com enfoque no indivíduo, no melhor atendimento, na igualdade e na integralidade do cuidado, da transparência e do atendimento<sup>2,3</sup>. A segunda categoria, em particular, relacionada a esta reflexão, trata do planejamento organizacional, das estratégias, da necessidade de uma ação racional de saúde, sempre com enfoque na programação e em estudos que determinem prioridades e riscos. A epidemiologia norteia o imprescindível para a descentralização, mas é evidente a problemática gerada pelos recursos mal conjugados, que impacta diretamente na organização e na capacidade resolutiva nos diferentes níveis de assistência<sup>2,3</sup>. [leia mais..]</p> 2019-08-27T14:57:48-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1271 Objetivos estratégicos de Agências Reguladoras em Saúde: um estudo comparativo internacional 2019-09-02T10:17:06-03:00 Rodrigo Lino de Brito rodrigolbrito@yahoo.com.br Raquel Gonçalves Coimbra Flexa raquelflexa@yahoo.com <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: Esse artigo apresenta um panorama comparativo entre os mapas estratégicos atualmente vigentes de três das grandes agências reguladoras de peso mundial, de modo a possibilitar a análise dos objetivos de futuro desses entes, assim como entender alinhamentos e particularidades de cada organização. <strong>Objetivo</strong>: Analisar e comparar os mapas estratégicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no Brasil; do US <em>Food and Drug Administration</em> (FDA), nos Estados Unidos; e da <em>European Medicines Agency</em> (EMA), da União Europeia. <strong>Método</strong>: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, que utilizou o método de análise de conteúdo e a técnica de condensação de significados para estruturar e interpretar os achados. <strong>Resultados</strong>: Percebe-se que todas as entidades analisadas têm, na organização de sua gestão, a definição de processos de planejamento, com o desenho de objetivos estratégicos em mapas sintéticos e focados em problemas, declarando a estratégia com clareza, concisão e objetividade. Além disso, o grau de&nbsp; homogeneidade de temas, assim como a redação coerente com o estado da arte do campo regulatório favorecem o alinhamento entre tais agências, possibilitando maior convergência regulatória internacional. <strong>Conclusões</strong>: Explicitar a estratégia da maneira correta ajuda a dotar a gestão organizacional de análise sistêmica, foco, direção e intencionalidade, o que certamente influi no atingimento dos resultados esperados.</p> 2019-08-27T15:13:59-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1311 Análise das transferências financeiras federais para as ações laboratoriais de vigilância sanitária no Brasil: 2007 a 2016 2019-09-02T10:17:07-03:00 Rosane Gomes Alves Lopes rosane.alves@incqs.fiocruz.br Marismary Horsth De Seta mhdeseta@gmail.com Marcelo Battesini marcelo-battesini@ufsm.br <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: As análises laboratoriais, fundamentais para o SNVS, objetivam minimizar os&nbsp; riscos advindos de produtos, serviços e ambientes relacionados à saúde, sendo necessários recursos financeiros disponíveis e oportunos aos laboratórios para realização de suas atividades. <strong>Objetivo</strong>: O estudo descreve e analisa o financiamento federal das ações laboratoriais de vigilância sanitária no Brasil, de 2007 a 2016. <strong>Método</strong>: Trata-se de estudo de análise bibliográfica e documental utilizando-se portarias de repasses financeiros federais, além de convênios, termos de cooperação e demais transferências voluntárias presentes em Relatórios de Gestão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). <strong>Resultados</strong>: Os repasses foram classificados em duas categorias: (i) transferências automáticas de recursos fundo a fundo, destinadas à execução do conjunto das ações laboratoriais com periodicidade regular no tempo (mensal ou quadrimestral) ou para finalidades específicas (anuais); e (ii) transferências voluntárias de recursos compreendendo convênios e assemelhados. As repercussões do financiamento federal nos laboratórios e nas suas atividades foram discutidas. Os laboratórios de SP, PE, INCQS, BA e MG foram contemplados, respectivamente, com os maiores montantes. Na análise dos valores totais transferidos fundo a fundo segundo regiões, destaca-se o Nordeste, seguido do Sudeste. <strong>Conclusões</strong>: Em que pese a relevância da alocação de recursos federais e da destinação específica para algumas atividades laboratoriais, destaca-se a necessidade da construção de uma política de financiamento sólida para o laboratório público de vigilância sanitária.</p> 2019-08-27T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1294 Eventos adversos em endoscopia gastrointestinal: uma coorte de 62.088 procedimentos realizados 2019-09-02T10:17:06-03:00 Eliana Auxiliadora Magalhães Costa costaeliana2003@hotmail.com Lícia Lígia Moreira licialigia@uol.com.br Tânia Chagas taniachagas@itaigaramemorial.com.br Miriam Barreto miriambarreto@itaigaramemorail.com.br <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: Os endoscópios muito têm contribuído para a prevenção e tratamento de várias patologias. Entretanto, a despeito do avanço considerável na assistência hospitalar possibilitada pelo advento desses equipamentos, a utilização desses dispositivos trouxe para além dos evidentes benefícios, o risco de transmissão de infecção. <strong>Objetivo</strong>: Identificar a incidência de eventos adversos (EA) relacionados a procedimento endoscópico. <strong>Método</strong>: Estudo de coorte retrospectiva em um Serviço de Endoscopia Digestiva localizado em Salvador, BA. Fizeram parte desta coorte os procedimentos gastrointestinais, as notificações passivas feitas pelos pacientes e notificações relatadas pelos endoscopistas entre 2016 e 2018. A coleta de dados ocorreu entre outubro a novembro de 2018, com instrumento próprio. <strong>Resultados</strong>: Durante 2016 e 2018 foram realizados 21.827 colonoscopias, com uma incidência de EA de 0,200% e 40.261 endoscopias digestivas altas com incidência de EA de 0,080%. Nesses anos, o serviço realizou 62.088 endoscopias, com uma incidência total de EA de 0,100%. Os EA mais frequentes foram: bacteremias, laceração de mucosa, dor e distensão abdominal, com incidência de 0,030%, 0,010%, 0,010% e 0,010%, respectivamente. <strong>Conclusões</strong>: Este estudo identificou a incidência de EA relacionados aos exames endoscópicos, contribuindo para a formação de dados na área da endoscopia gastrointestinal brasileira. A incidência de 0,100% de EA aqui identificada é muito menor do que os dados da literatura internacional, bem como a incidência dos tipos de eventos adversos identificados, sinalizando para o controle de riscos, qualidade e segurança do serviço de endoscopia estudado.</p> 2019-08-28T10:43:05-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1277 Caracterização das infecções de sítio cirúrgico em um hospital público de ensino na cidade de Cascavel, Paraná 2019-09-03T15:04:52-03:00 Drieli Wawzeniak de Anchieta drieli_wa@hotmail.com Fabiana Gonçalves de Oliveira Azevedo Matos fabianamatos@hotmail.com Débora Cristina Ignácio Alves dcialves@gmail.com Reginaldo Passoni dos Santos regi-pas@hotmail.com Joao Lucas Campos de Oliveira joao-lucascampos@hotmail.com Thiago Dal Molin thiiagodalmolin@hotmail.com <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: A infecção de sítio cirúrgico (ISC) é uma das principais infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) e um problema persistente no âmbito hospitalar. <strong>Objetivo</strong>: Caracterizar as ISC em um hospital público de ensino localizado na cidade de Cascavel, PR. <strong>Método</strong>: Estudo transversal, retrospectivo, de fonte documental e abordagem quantitativa. Foram analisadas as ISC notificadas entre maio de 2017 a maio de 2018. As variáveis de interesse foram tabuladas e submetidas à análise estatística descritiva. <strong>Resultados</strong>: Ocorreram 5.169 procedimentos cirúrgicos no período, com 196 (100,0%) casos de ISC. Destes, houve predominância em adultos jovens com idade entre 21 e 40 anos (39,3%). A especialidade de Ginecologia/Obstetrícia (30,1%) e Cirurgia Geral (29,1%) apresentaram as maiores taxas de ISC, com maior frequência nas cirurgias Potencialmente contaminadas (53,1%), com ISC do tipo incisional superficial (59,7%) e com critério de confirmação clínica (79,1%). Quanto aos microrganismos isolados nas culturas, houve destaque para <em>Pseudomonas aeruginosa</em> (16,7%) e <em>Enterococcus</em> spp (16,7%). <strong>Conclusões</strong>: Denota-se que há espaço de revisão das medidas de prevenção de ISC, especialmente devido à proporção de cirurgias limpas que desenvolveram o evento adverso. Contudo, considerando os valores referidos na literatura, a taxa geral de ISC foi discreta.</p> 2019-08-28T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1282 Serviços ambulatoriais privados de saúde: conhecendo as ações de prevenção de infecções para a segurança do paciente 2019-09-02T10:17:06-03:00 Carla Maria Oppermann cmoppermann@gmail.com Rita Catalina Aquino Caregnato ritac.ufcspa@gmail.com Marcelo Schenk de Azambuja marcelos@ufcspa.edu.br <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: Os serviços ambulatoriais privados de saúde crescem em número e diversidade e implantam, de forma autônoma, as ações de prevenção de infecções. <strong>Objetivo</strong>: Conhecer as ações existentes nos serviços ambulatoriais privados de saúde quanto à prevenção das infecções. <strong>Método</strong>: Trata-se de uma pesquisa exploratória descritiva, realizada em 14 clínicas privadas de saúde em Porto Alegre (RS). <strong>Resultados</strong>: Evidenciou-se que 36% dos serviços mantinham Comissão de Controle de Infecção, 64% calculavam taxas de infecção e 100% realizavam capacitações. Quanto à higiene de mãos, 100% distribuíam álcool gel e 14% calculavam indicador de adesão. Na injeção segura, 71% tinham orientações escritas, mas apenas 7% monitoravam a prática; somente 14% dos serviços tinham orientação da etiqueta da tosse e 36% dos serviços detectavam portadores de germes multirresistentes. Somente 36% monitoravam competências das rotinas após capacitações. Na análise do conteúdo das falas, emergiram quatro categorias denominadas: Educação, Prevenção, Vigilância e Controle de Infecção, sendo Educação a de maior relevância. <strong>Conclusões</strong>: Os serviços mantinham ações para prevenção, especialmente as relacionadas aos equipamentos, produtos, rotinas e capacitações, entretanto precisam avançar no monitoramento e na avaliação dos processos assistenciais de prevenção das infecções, a fim de garantir a segurança do paciente e qualidade da assistência.</p> 2019-08-28T13:32:16-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1304 Detecção de parasitos em filés de polaca do Alasca (Gadus chalcogrammus, Pallas, 1814) comercializados em São Paulo, Brasil 2019-09-02T10:17:06-03:00 Laís Fernanda de Pauli-Yamada laispauli@yahoo.com.br Cinthia Iara de Aquino cinthiaaquino@yahoo.com.br Maria Aparecida Moraes Marciano mamarciano@usp.br Augusta Mendes da Silva aumendes@gmail.com Márcia Nogueira Dimov dimonog@gmail.com <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: A polaca do Alasca, considerada a espécie de pescado marinho mais capturada mundialmente, é importada pelo Brasil como filés congelados. Apresenta uma fauna parasitária própria, porém a presença desses parasitos na musculatura pode causar implicações na segurança alimentar e repugnância. <strong>Objetivo</strong>: Este trabalho teve como objetivos investigar e relatar a presença de grupos parasitários em amostras comerciais de filés congelados de polaca do Alasca, considerando o potencial de risco à saúde humana e métodos de controle. <strong>Método</strong>: Foram analisadas 44 amostras de filés congelados de polaca do Alasca coletadas do comércio varejista da região metropolitana de São Paulo e as formas larvares foram isoladas por dissecção e observadas em microscópio estereoscópico e óptico. <strong>Resultados</strong>: Foram encontrados 133 parasitos mortos em 68% das amostras. Os cestódeos da ordem Trypanorhyncha foram detectados com maior frequência (88%), seguidos de nematódeos do grupo dos anisaquídeos (Anisakidae/Raphidascarididae) (11%) e acantocéfalo (1%). Dentre eles, os anisaquídeos apresentam potencial zoonótico, se ingeridos vivos, e alergênico mesmo após processamento térmico. <strong>Conclusões</strong>: Trata-se do primeiro relato da presença de formas parasitárias em amostras comerciais de filés de polaca do Alasca e os resultados alertam para a necessidade de melhorias com relação às boas práticas na cadeia produtiva e de maior atenção sobre o potencial alergênico relacionado ao consumo desses parasitos nos filés de peixes congelados.</p> 2019-08-29T10:49:18-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1298 Avaliação da eficiência antibacteriana de fermentados acéticos comerciais em saladas de alface (Lactuca sativa) comercializadas na cidade de Duque de Caxias, Rio de Janeiro 2019-09-02T10:17:06-03:00 Barbara Mazeto Saraiva altafe3@gmail.com Elaine de Castro Antunes Marques Fernandez altafe3@gmail.com Alfredo Tavares Fernandez altafe3@gmail.com <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: A contaminação de alimentos consumidos crus, como salada de alface, é previsível pela origem telúrica e pela manipulação indevida nos estabelecimentos comerciais constituindo um possível risco à saúde pública. A utilização de fermentado acético como antibacteriano poderia ser um mecanismo hábil para melhorar a qualidade e a segurança desse alimento. <strong>Objetivo</strong>: Avaliar a qualidade microbiológica das saladas de alface (<em>Lactuca sativa</em>) comercializadas na cidade de Duque de Caxias, RJ, e a efetividade do fermentado acético de maçã como descontaminante. <strong>Método</strong>: Foram coletadas amostras de saladas de alface em quatro restaurantes, que foram analisadas antes e após a descontaminação com fermentados acéticos em acidezes voláteis (4, 5 e 6 em g. 100 mL-1) e concentrações de 10% e 50% quanto à contagem de bactérias aeróbicas mesófilas, coliformes totais e termotolerantes e quanto à presença de <em>Salmonella</em> spp. <strong>Resultados</strong>: As análises revelaram má qualidade das amostras em três restaurantes (A, B, C) nos quais, embora não tenha sido constatada a presença de <em>Salmonella</em> spp., verificou-se contagens elevadas de bactérias aeróbias mesófilas e de coliformes totais e termotolerantes. De acordo com as normas legais, em dois estabelecimentos as amostras seriam reprovadas pelo excesso de coliformes termotolerantes. Com o uso do fermentado acético na descontaminação, houve redução das contagens bacterianas, permitindo que todas as amostras apresentassem condições satisfatórias para consumo humano. Não houve diferença significativa (p &lt; 0,05) entre os tratamentos com diferentes concentrações e acidezes de fermentado acético em relação as amostras não tratadas. <strong>Conclusões</strong>: O fermentado acético pode ser uma alternativa segura e prática para melhorar a qualidade higiênico-sanitária da alface em saladas cruas, garantir a segurança alimentar e reduzir os riscos à saúde humana.</p> 2019-08-29T16:28:15-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1254 Fatores que influenciam no repasto sanguíneo de mosquitos de importância médica: um levantamento bibliográfico 2019-09-02T10:17:06-03:00 Camila Monteiro Francisco kamila.monteiro.up@gmail.com Wémeson Ferreira da Silva wemesonf@hotmail.com <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: Os mosquitos pertencentes à família Culicidae reúnem espécies vetoras de arbovírus e causam grande incômodo às populações humanas, devido aos hábitos hematófagos das fêmeas e à transmissão de doenças como dengue, febre amarela, zika, chikungunya e malária. <strong>Objetivo</strong>: Analisar, por meio de um levantamento bibliográfico, os fatores envolvidos na preferência sanguínea por parte dos mosquitos, além dos principais estudos que discutem esta temática. <strong>Método</strong>: O levantamento foi realizado nos bancos de dados PubMed, Google Acadêmico e SciELO, nos idiomas português, inglês e espanhol, selecionando artigos publicados entre os anos de 2004 a 2018, período que reuniu o estudo mais antigo até o mais atual encontrado nas buscas sobre o tema. <strong>Resultados</strong>: Dos estudos analisados, 13 artigos que apresentaram relação com o tema foram selecionados. Neles foi demonstrado que, em diferentes partes do mundo, os principais fatores responsáveis pela preferência sanguínea são: o odor, os fatores genéticos, o sistema ABO, a disponibilidade de hospedeiros no local e o feromônio produzido pelas fêmeas que atrai outros indivíduos ao sítio. <strong>Conclusões</strong>: A existência de diferentes fatores que influenciam na preferência dos mosquitos por sangue humano é um fato e, apesar disso, o tema ainda carece de análises mais conclusivas. Assim, o conhecimento dos fatores envolvidos poderá ser utilizado principalmente na prevenção de doenças transmitidas por mosquitos.</p> 2019-08-29T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1232 Teletrabalho na Agência Nacional de Vigilância Sanitária e a inovação na anuência de importação de produtos para saúde 2019-09-04T11:29:08-03:00 Sara Fabiana Bittencourt Aguiar sarafabiana@hotmail.com Mônica Cristina Antunes Figueirêdo Duarte Monica.Figueiredo@anvisa.gov.br Sylviann Marcelle Goncalves de Souza Marcelle.Souza@anvisa.gov.br <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: A inserção do teletrabalho para os anuentes de processos de importação de produtos para saúde trouxe inovação a todos os envolvidos na importação. A melhoria na qualidade de vida dos anuentes somada ao acompanhamento centralizado dos processos foram pontos almejados pela gestão. <strong>Método</strong>: Utilizou-se o corte temporal de 1o de março a 31 de agosto de 2018 trimestre no qual as harmonizações e procedimentos operacionais já estavam vigentes no Posto Virtual. Assim, procedemos a análise comparativa baseada em parâmetros inerentes ao fluxo de importação de produtos para saúde, como: prazo de análise do processo de importação e qualificação das motivações de não anuência nos processos de importação (irregularidade de produtos ou erro de instrução processual) para mostrar os principais resultados alcançados no teletrabalho. <strong>Objetivo</strong>: Mostrar os principais resultados alcançados no teletrabalho, no período de 1o de março a 31 de agosto de 2018, por meio da avaliação de indicadores de prazo de análise e de qualidade da instrução dos processos de importação. <strong>Resultados</strong>: A centralização dos anuentes no teletrabalho buscava como resultados a harmonização dos procedimentos de anuência bem como garantir aos envolvidos a previsibilidade da análise dos processos de importação, além do incremento de produtividade benéfica à eficiência da Anvisa. Como resultado, a previsibilidade foi a mais representativa. A centralização dos processos em um posto virtual, gerenciado por um líder, trouxe resultados significativos quanto à harmonização e a possibilidade de extração de dados. <strong>Conclusões</strong>: Os resultados extremamente positivos do levantamento trouxeram outras questões e foi verificado que a melhoria constante no processo é necessária. Há de se propiciar a formalização da importação como um controle efetivo de pré-mercado, utilizando-se destes dados para direcionar políticas setoriais.</p> 2019-08-30T11:12:13-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1307 A “comunicação prévia” com expositores de queijos e embutidos cárneos na Feira da Agricultura Familiar, RS: um instrumento de educação em saúde para uso da Vigilância Sanitária em eventos de massa 2019-09-02T10:17:06-03:00 Ricardo Kovalik Amado ricardo-amado@saude.rs.gov.br Maluza Machado Feltrin maluzam@terra.com.br Saionara Araújo Wagner saionara.wagner@ufrgs.br Liris kindiein liris.kindlein@ufrgs.br Cesar Augusto Marchionatti Avancini cesar.avancini@ufrgs.br <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: No evento de massa Feira da Agricultura Familiar são ofertados queijos e embutidos cárneos processados em agroindústrias familiares do Rio Grande do Sul. Em muitas edições da Feira, os fiscais sanitários encontravam recorrentes inadequações na comercialização desses produtos. <strong>Objetivo</strong>: Visando inovar a conduta da Vigilância Sanitária em alimentos na redução de riscos, foi criado o instrumento, denominado “comunicação prévia”, para ser aplicado aos expositores e avaliado como recurso de educação em saúde. <strong>Método</strong>: A “comunicação prévia” foi redigida reafirmando a corresponsabilidade entre a Vigilância Sanitária e expositores para com a saúde dos consumidores, bem como foram listadas as inadequações observadas em edições anteriores. Nas edições 2016 e 2017, três meses antes do evento, esse instrumento foi enviado para as agroindústrias expositoras. Para aferir a influência do instrumento na redução de inadequações foi usada parte do Anexo II da RDC da Anvisa nº 43, de 1º de setembro de 2015. <strong>Resultados</strong>: Comparamos as inadequações dos anos 2014 e 2015 com as de 2016 e 2017, como exemplos: os itens matérias-primas transportadas, armazenadas e conservadas, incluindo temperatura, de 62,50% dos estandes passou para 5,71% em 2016 e 14,21% em 2017; a temperatura dos alimentos mantidos nos equipamentos para exposição e distribuição de 75,00% dos estandes passou para 60,00% em 2016 e para 3,57% em 2017; o item rotulagem de 62,50% dos estandes passou para 0% em 2016 e 2017. <strong>Conclusão</strong>: O instrumento exerceu influência na redução de riscos na comercialização dos alimentos.</p> 2019-08-30T00:00:00-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1297 Qualidade dos dados de vigilância da fluoretação de sistemas de abastecimento de água: proposta de um protocolo de crítica dos dados 2019-09-02T10:17:06-03:00 Isaque Mendes Prado pafrazao@usp.br Paulo Frazão pafrazao@usp.br <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: Valores de concentração do fluoreto na água devem ser inseridos em um sistema de informação, entretanto nenhum protocolo foi proposto para efetuar a verificação dos dados inseridos. <strong>Objetivo</strong>: Apresentar uma proposta de crítica dos dados de concentração do fluoreto a fim de propiciar confiabilidade na produção de informações sobre a vigilância da fluoretação da água de abastecimento público. <strong>Método</strong>: Foram utilizados os dados de vigilância da concentração de fluoreto dos sistemas de abastecimento de água do estado de São Paulo registrados no ano de 2015 no Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água de Consumo Humano. Uma proposta foi testada empregando-se recursos do aplicativo Excel®. <strong>Resultados</strong>: A base de dados foi reduzida de 23.840 registros de concentração de fluoreto distribuídos em 586 municípios para 22.807 distribuídos em 543 municípios. Erros de notação, subalimentação durante o ano, municípios com 50% ou mais das amostras iguais a 0,000 mg F/L ou com desvio-padrão igual a 0,000 mg F/L e amostras com valores anormais foram os principais fatores críticos. <strong>Conclusões</strong>: A aplicação mostrou-se simples e viável, podendo ser adotada rotineiramente pelos órgãos de vigilância.</p> 2019-08-30T11:31:46-03:00 ##submission.copyrightStatement## https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/1296 Resistência antimicrobiana em cepas de Escherichia coli isoladas de queijo Minas Frescal no município do Rio de Janeiro – Perfil fenotípico e genotípico 2019-09-02T10:16:31-03:00 Bruna Amatto Duarte Pires bruna.pires@ig.com.br Juliana Wolff Salles de Oliveira juwolff03@gmail.com Cristiane Rodrigues Silva cristiane.silva@unirio.br Shirley de Mello Pereira Abrantes shirley.abrantes@incqs.fiocruz.br Victor Augustus Marin victor.marin@unirio.br <p align="justify"><strong>Introdução</strong>: A resistência antimicrobiana é um problema de saúde pública. Os alimentos podem ser veículos de bactérias resistentes a antimicrobianos e genes de resistência para os seres humanos. <strong>Objetivo</strong>: Isolamento, identificação, avaliação da susceptibilidade antimicrobiana e identificação de genes de resistência e integrons em <em>Escherichia coli</em> isoladas de queijo Minas Frescal. <strong>Método</strong>: Avaliação da presença de <em>E. coli</em> em trinta amostras de queijo Minas Frescal por meio de Placas Petrifilm 3M™. Trinta isolados de <em>E. coli</em> foram avaliados através do teste de sensibilidade por disco difusão para 17 agentes antimicrobianos. Isolados fenotipicamente resistentes foram examinados por meio de PCR e Multiplex PCR para 24 genes de resistência. Genes e regiões variáveis dos integrons de classe 1, 2 e 3 também foram avaliados. <strong>Resultados</strong>: Em 50% dos isolados verificou-se resistência fenotípica a uma ou mais classes de antimicrobianos. Cem por cento dos isolados apresentaram o gene bla<sub>TEM</sub> e houve amplificação dos genes bla<sub>SHV</sub> e tetB. Além disso, 46,6% dos isolados fenotipicamente resistentes amplificaram para uma ou mais classes de integrons. Este é um dos primeiros estudos a identificar esses genes em queijo Minas Frescal no Brasil. <strong>Conclusões</strong>: O queijo pode ser uma fonte de bactérias multirresistentes e estas podem disseminar seus genes de resistência a bactérias presentes no alimento e no trato gastrointestinal humano, demonstrando a importância das Boas Práticas de Fabricação e a necessidade de maior fiscalização dos produtos colocados à venda.</p> 2019-08-30T11:57:18-03:00 ##submission.copyrightStatement##