Características dos Recursos Humanos e desafios no trabalho de coordenadores de Vigilância em Saúde no interior de Pernambuco

Autores

  • Cleber Vinicius Brito dos Santos Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Rio de Janeiro, RJ Autor http://orcid.org/0000-0001-5710-2866
  • Daniel Friguglietti Brandespim Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Recife, PE Autor

DOI:

https://doi.org/10.22239/2317-269X.01027

Palavras-chave:

Profissionais de Saúde, Recursos Humanos em Saúde, Vigilância Ambiental, Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária

Resumo

Introdução: A formação e qualificação dos recursos humanos em saúde afetam, diretamente, a qualidade dos serviços ofertados à coletividade. Objetivo: Caracterizar o perfil de formação dos coordenadores de Vigilância em Saúde do interior de Pernambuco e identificar as principais fragilidades e potencialidades no cotidiano dos processos de trabalho. Método: A produção de informações ocorreu por meio de entrevista com auxílio de instrumento semiestruturado. Resultados: Os resultados revelaram uma variedade de fragilidades nos recursos humanos da Vigilância em Saúde na região, entre elas, a deficiência na formação acadêmica dos trabalhadores, condições de trabalho deficientes e ausência de recursos financeiros. Por outro lado, como ponto positivo, foi identificada uma grande oferta de ações de Educação Permanente em Saúde. Conclusões: Sugere-se aos gestores em saúde, a busca por alternativas que atendam à situação dos profissionais atualmente inseridos no sistema e minimizem os efeitos da formação deficiente, assim como a necessidade de discussões para revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais dos cursos da área da saúde, fomentando a formação de profissionais para a promoção em saúde, além de distribuição adequada e melhorias na alocação de recursos para a Vigilância em Saúde.

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Publicado

2018-05-30

Edição

Seção

Artigo

Como Citar

Características dos Recursos Humanos e desafios no trabalho de coordenadores de Vigilância em Saúde no interior de Pernambuco. (2018). Vigilância Sanitária Em Debate , 6(2), 54-60. https://doi.org/10.22239/2317-269X.01027

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