Vigilância Sanitária e Atenção Primária à Saúde: dimensões e práticas colaborativas em uma capital

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22239/2317-269X.01653

Palavras-chave:

Comportamento Cooperativo; Vigilância Sanitária; Atenção Primária à Saúde

Resumo

Introdução: Postula-se que a Vigilância Sanitária e a Atenção Primária à Saúde desenvolvam práticas colaborativas como comunicação dos riscos e educação em saúde. Objetivo: Descrever a colaboração entre Vigilância Sanitária e Atenção Primária à Saúde em uma capital brasileira. Método: Estudo qualitativo realizado com entrevistas, observação participante e revisão documental. Os dados construídos foram trabalhados com a análise de conteúdo, tendo como referência uma tipologia de colaboração interorganizacional. Resultados: Comprovou-se o não reconhecimento de objetivos comuns. Também dificultam a colaboração a imagem fiscalizatória da Vigilância Sanitária, a formalização exígua das práticas colaborativas e a insuficiência de espaços para discussão de problemas e formação de vínculos. Foi identificado o esporádico desenvolvimento de algumas ações em colaboração, como análises das irregularidades sanitárias das Unidades de Atenção Primária à Saúde, enquanto outras foram sugeridas, incluindo o compartilhamento de informações sobre produtos e serviços. Conclusões: A colaboração entre Vigilância Sanitária e Atenção Primária à Saúde precisa avançar no terreno das práticas, tendo em vista os benefícios que essa proposta pode acarretar.

Biografia do Autor

Manoel Ribeiro de Sales Neto, Universidade Federal do Ceará (UFC), Fortaleza, CE, Brasil

Mestre em Ciências Farmacêuticas.

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Publicado

2021-08-31

Como Citar

Sales Neto, M. R. de, Moreira de Paiva, F. ., Mara de Sousa Lopes, N. ., Dantas de Abrantes Lôbo, C. ., & Soares Gondim, A. P. . (2021). Vigilância Sanitária e Atenção Primária à Saúde: dimensões e práticas colaborativas em uma capital. Vigilância Sanitária Em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia (Health Surveillance under Debate: Society, Science & Technology) – Visa Em Debate, 9(3), 84-91. https://doi.org/10.22239/2317-269X.01653

Edição

Seção

Artigo