Juventude: abrir os olhos para sonhar um outro mundo possível

Autores

  • Daniella Guimarães de Araújo Assessoria de Comunicação Social da Superintendência Regional de Saúde de Sete Lagoas (ASCOM - SRS Sete Lagoas), Secretaria Estadual de Saúde, Sete Lagoas, MG, Brasil Autor http://orcid.org/0000-0003-2417-1464

DOI:

https://doi.org/10.22239/2317-269X.02019

Palavras-chave:

Vigilância Sanitária, Água, COVID-19, Medicamentos, Rotulagem Nutricional

Resumo

            Sabe, Sancho, todas essas tempestades que acontecem conosco são sinais de que em breve o tempo se acalmará e que coisas boas têm de acontecer; porque não é possível que o bem e o  mal durem para sempre, e segue-se que, havendo o mal durado muito tempo, o bem deve estar por perto (Miguel de Cervantes em Dom Quixote).

Os fnais de ano quase sempre remetem à reflexão e alguma espécie de sonho. Principalmente quando o mundo se encontra na perspectiva de controle da atual pandemia e de suas graves consequências.
Ao pensar este editorial da revista Visa em Debate no fechamento de sua 4ª edição/2021, veio à mente a palavra Juventude. Procurei intuitivamente segui-la. Talvez seja uma boa ideia para nos instigar, e tentarei colocar aqui o que me inspirou e o porquê de necessitarmos desta palavra como companhia.

 

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Biografia do Autor

  • Daniella Guimarães de Araújo, Assessoria de Comunicação Social da Superintendência Regional de Saúde de Sete Lagoas (ASCOM - SRS Sete Lagoas), Secretaria Estadual de Saúde, Sete Lagoas, MG, Brasil

    Graduada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1985). Especialista em Saúde Pública, Farmácia Hospitalar e em Vigilância Sanitária.Atualmente é editora da revista científica Vigilância Sanitária em Debate:sociedade, ciência & tecnologia do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz- Rio de Janeiro.Funcionária da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais/FHEMIG desde 1986.Tem experiência nas áreas de Educação Permanente, Saúde Coletiva e ciências sociais, respectivamente na coordenação de cursos técnicos,desenvolvimento de cursos e material pedagógico; gestão local , regional e nacional em vigilância sanitária; elaboração de pesquisa-ação sobre o plano diretor de vigilância sanitária e projeto Histórias da Visa Real em parceria com NESCON/UFMG e ESPMG. Chefiou o Núcleo de Educação, Pesquisa e Conhecimento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária-NEPEC/ANVISA de abril de 2010 a fevereiro de 2014. É coordenadora do Grupo Temático de Vigilância Sanitária da ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva desde setembro 2014.

Publicado

2021-11-30

Edição

Seção

Editorial

Como Citar

Juventude: abrir os olhos para sonhar um outro mundo possível. (2021). Vigilância Sanitária Em Debate , 9(4), 1-3. https://doi.org/10.22239/2317-269X.02019