Diálogos de aprendizagem com gestores da vigilância sanitária: percepções do facilitador

Autores

  • Sergio Ferreira Menezes Secretaria Municipal de Saúde – Prefeitura de Angra dos Reis (SMS/PMAR), Rio de Janeiro, RJ, Brasil Autor

DOI:

https://doi.org/10.3395/vd.v1n3.52

Palavras-chave:

Facilitador, Aprendizagem Baseada em Problemas, Gestor da Vigilância Sanitária.

Resumo

Apresento uma apreciação crítica de ser facilitador ao formar especialistas em Gestão da Vigilância Sanitária, cujo desempenho exigiu habilidades inerentes à metodologia ativa em que o especializando é conduzido a refletir sobre suas práticas nas relações de trabalho. Enfatizo, acima de tudo, a sistematização de saberes e experiência ao desempenhar essa função, que teve por objetivo formar gestores atuantes no sistema. O curso proposto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária foi formulado por expertises da área e coordenado pelo Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa. Tal formulação calcou-se em perfil de competência baseado em três eixos – gestão do risco sanitário, do trabalho e da educação – que delimitam o escopo do trabalho e da atuação profissional. A abordagem construtivista adotada norteia a proposta pedagógica, aplicada com estratégias de aprendizagem baseada em problemas e da problematização, em que o professor assume o papel de facilitador. Ao final do processo analiso a positividade metodológica, visto que a abordagem construtivista permitiu edificar novos saberes que partem das experiências pessoais, tanto do facilitador quanto dos especializandos, além de valorizar criticamente as vivências do trabalho. Especialmente, foi possível observar o aprendizado compartilhado entre os indivíduos, a integração do grupo que possibilitou a (re)construção de experiências no coletivo, aspectos esses que trazem raros significados para a qualificação dos gestores da vigilância sanitária.

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Biografia do Autor

  • Sergio Ferreira Menezes, Secretaria Municipal de Saúde – Prefeitura de Angra dos Reis (SMS/PMAR), Rio de Janeiro, RJ, Brasil
    Engenheiro sanitarista e professor, mestre na UFF (2005) na Engenharia e Doutor em Ciências no IOC (2008).

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Publicado

2013-08-28

Edição

Seção

Relato de Experiência

Como Citar

Diálogos de aprendizagem com gestores da vigilância sanitária: percepções do facilitador. (2013). Vigilância Sanitária Em Debate , 1(3), 59-65. https://doi.org/10.3395/vd.v1n3.52

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