Cianobactérias e microcistina em águas de rio destinadas ao abastecimento de centro industrial de Caruaru, PE, Brasil

Autores

  • Catarina Paula da Silva Ramos Universidade de Pernambuco (UPE), Recife, PE Autor
  • Talita Gomes Calaça Menezes Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE Autor
  • Almerinda Agrelli Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE Autor
  • Iasmine Andreza Basilio dos Santos Alves Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE Autor
  • Jaylla Cavalcanti da Luz Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE Autor
  • Cícero Tiago Gomes da Silva Laboratório Central de Pernambuco (LACEN-PE), Recife, PE Autor
  • Irapuan Oliveira Pinheiro Universidade de Pernambuco (UPE), Recife, PE Autor
  • Agenor Tavares Jácome Junior Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE Autor

DOI:

https://doi.org/10.3395/2317-269x.00602

Palavras-chave:

Cianobactéria, Água, Microcistina, CLAE, Ipojuca

Resumo

As cianobactérias são responsáveis pela produção de cianotoxinas que, uma vez acumuladas, podem causar sérios danos à saúde humana e animal. As microcistinas são o tipo mais comum de cianotoxinas e são promotoras de tumores hepáticos. O objetivo deste trabalho foi verificar a ocorrência de cianobactérias e determinar a presença da toxina microcistina em amostras de água do rio Ipojuca no perímetro da cidade de Caruaru, PE, Brasil. Amostras de água foram coletadas em cinco pontos estratégicos deste manancial durante treze meses consecutivos. Para a pesquisa de cianobactérias, foi utilizado o método de sedimentação de Utermöhl para quantificação e identificação das espécies. Para a pesquisa de microcistina foi utilizada a Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE). Os resultados mostraram três gêneros produtores de microcistinas e a presença desta toxina em 100% das amostras analisadas, confirmando a relevância do monitoramento de cianobactérias e cianotoxinas em águas de abastecimento público, pois assim como o rio Ipojuca, vários mananciais de Pernambuco apresentam florações de cianobactérias que podem ser tóxicas. Este trabalho mostrou a importância do estudo destes organismos e a detecção de suas toxinas fornecendo subsídios às ações preventivas de vigilância ambiental em saúde.

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Biografia do Autor

  • Catarina Paula da Silva Ramos, Universidade de Pernambuco (UPE), Recife, PE
    Laboratório de Processos e Produtos Biotecnológicos (LPPB), Instituto de Ciências Biológicas, Universidade de Pernambuco
  • Talita Gomes Calaça Menezes, Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE
    Associação Caruaruense de Ensino Superior (ASCES)
  • Almerinda Agrelli, Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE
    Associação Caruaruense de Ensino Superior (ASCES)
  • Iasmine Andreza Basilio dos Santos Alves, Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE
    Associação Caruaruense de Ensino Superior (ASCES)
  • Jaylla Cavalcanti da Luz, Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE
    Associação Caruaruense de Ensino Superior (ASCES)
  • Cícero Tiago Gomes da Silva, Laboratório Central de Pernambuco (LACEN-PE), Recife, PE
    Laboratório Central de Pernambuco (LACEN-PE), Laboratório de Cianobactérias
  • Irapuan Oliveira Pinheiro, Universidade de Pernambuco (UPE), Recife, PE
    Laboratório de Processos e Produtos Biotecnológicos (LPPB), Instituto de Ciências Biológicas, Universidade de Pernambuco
  • Agenor Tavares Jácome Junior, Faculdade Associação Caruaruense de Ensino Superior (Faculdade ASCES), Caruaru, PE
    Associação Caruaruense de Ensino Superior (ASCES)

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Publicado

2016-02-29

Edição

Seção

Artigo

Como Citar

Cianobactérias e microcistina em águas de rio destinadas ao abastecimento de centro industrial de Caruaru, PE, Brasil. (2016). Vigilância Sanitária Em Debate , 4(1), 27-35. https://doi.org/10.3395/2317-269x.00602

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