Análise parasitológica e microbiológica de hortaliças comercializadas no município de Santo Antônio de Jesus, Bahia (Brasil)

  • Alessandra Santana Silva Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
  • Isabella de Matos Mendes da Silva Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
  • Larissa Tannus Rebouças Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
  • Jamille Souza Almeida Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
  • Édila Verônica Silva Rocha Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
  • Ana Lúcia Moreno Amor Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
Palavras-chave: Hortaliças, Parasitos, Coliformes, Comercialização de Produtos, Higiene dos Alimentos, Vigilância Sanitária

Resumo

Os vegetais crus, quando não sanitizados, se consumidos, constituem-se em importante veículo de agentes infecciosos e parasitários. Este trabalho objetivou avaliar indicadores de condições sanitárias de alface e coentro comercializados na feira-livre e em três supermercados de um município da Bahia. Foram analisadas cinco amostras de cada hortaliça nos ambientes, sendo 20 para cada hortaliça e 40 ao total. Para a busca parasitária, foram utilizadas as técnicas adaptadas (sedimentação espontânea, Faust e Rugai). Para análise microbiológica, foi realizada a contagem de coliformes termotolerantes utilizando a metodologia do Número Mais Provável de microrganismos/g de hortaliça. Nos resultados parasitológicos, 10 amostras de alface e oito de coentro apresentaram uma ou mais estruturas parasitárias como cistos de protozoários, larvas e/ou ovos de helmintos, ácaros e insetos. Tanto em alfaces quanto em coentros, a positividade se deu mais em amostras submetidas ao uso da solução de hipoclorito de sódio como sanitizante. Os resultados microbiológicos revelaram 13 amostras impróprias para o consumo humano. Pode-se concluir que há necessidade de adequação dos ambientes pesquisados no sentido de promover e realizar medidas de controle de qualidade do produto de consumo in natura, tornando-os mais seguros.

Biografia do Autor

Alessandra Santana Silva, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
Nutricionista formada pelo Centro de Ciências da Saúde / Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Isabella de Matos Mendes da Silva, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
Área de Ciências dos Alimentos - Microbiologia / Centro de Ciências da Saúde
Larissa Tannus Rebouças, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
Nutricionista formada pelo Centro de Ciências da Saúde / Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Jamille Souza Almeida, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
Nutricionista e Bacharel em Saúde formada pelo Centro de Ciências da Saúde / Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Édila Verônica Silva Rocha, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
Nutricionista formada pelo Centro de Ciências da Saúde / Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Ana Lúcia Moreno Amor, Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CCS/UFRB), Santo Antônio de Jesus – BA
Área de Ciências Básicas da Saúde - Parasitologia / Centro de Ciências da Saúde
Publicado
2016-08-30
Como Citar
Silva, A., Silva, I., Rebouças, L., Almeida, J., Rocha, Édila V., & Amor, A. (2016). Análise parasitológica e microbiológica de hortaliças comercializadas no município de Santo Antônio de Jesus, Bahia (Brasil). Vigilância Sanitária Em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia, 4(3), 77-85. https://doi.org/10.22239/2317-269x.00655
Seção
Artigo